Mitos e verdades sobre o visto de estudante

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Dicas, mitos e verdades sobre o visto de estudante (EUA)

Ei, você: tem aquele sonho de estudar nos Estados Unidos mas só de pensar na parte burocrática fica preocupado(a) e deixa o assunto para depois? Saiba que pode ser bem mais simples do que você imagina.

Veja abaixo algumas dicas e informações para te ajudar a tomar essa decisão.

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– Há dois tipos de visto para estudantes, o “F” e o “M”.

Sim, é verdade! Mas tem um mito aqui. Se você está buscando um curso, qualquer que seja, não tem que se preocupar: peça o visto “F”. Ele compreende todos os cursos de idiomas, de formação acadêmica regular (elementary / high school / university), conservatórios e afins. O tipo “M” vem para casos raros e isolados, como cursos vocacionais ou de instituições não acadêmicas.

– Qualquer pessoa pode ter um visto de estudante (F).

Não é bem assim. Para conseguir ter seu visto aprovado aqui na embaixada aqui do Brasil, você deverá comprovar que 1. tem condições para se manter nos EUA durante o período de estudos sem a necessidade de conseguir um trabalho e 2. tem a intenção de retornar ao Brasil após finalizar o seu curso e obter o diploma. Se você se enquadra nesses dois pontos, suas chances de conseguir o visto são muito altas.

– O visto tem validade de um ano?

Esse mito é bem comum. A resposta aqui é simples: a duração do visto está atrelada ao curso e à instituição em que você deseja estudar. Há vistos de um, dois, quatro anos…

– Posso voltar ao Brasil durante as férias?

Claro que pode! Desde que haja a devida liberação do international advisor da sua instituição de ensino. Ele vai te ajudar a fazer o processo corretamente, para que depois possa voltar aos EUA sem ter problemas com a imigração.

– O que é SEVIS?

Ao iniciar o processo de visto, você terá um cadastro no SEVIS (Student and Exchange Visitor Information System), que nada mais é do que um sistema que irá ser utilizado por órgãos diversos (embaixada, imigração, universidade, etc) para monitorar e avaliar o estudante, sempre com foco em seu desenvolvimento educacional. Esse número é gerado antes mesmo de você chegar lá, durante o processo de requisição do visto, através da análise de um formulário específico (I-901).

– O que é I-20?

Emitido pela SEVP (Student and Exchange Visitor Program), este documento contém informações enviadas pela sua instituição de ensino para auxiliar no processo com a embaixada. São informações sobre o curso, códigos de registro (da escola, SEVIS do aluno, etc), nomes de responsáveis e afins.

– Minha família também pode morar nos EUA com o meu visto?

É possível sim solicitar um visto do tipo F2 para dependentes. Claro que, em alguns casos, declarar seu cônjuge como dependente pode ser complexo, mas crianças conseguem até o direito de estudar em escolas públicas com esse visto.

– Vou precisar de um seguro-saúde específico?

Algumas instituições têm convênio com seguradoras específicas e só aceitam candidatos segurados por elas. Para qualquer viagem internacional, um seguro-saúde se não obrigatório é, no mínimo, algo de extrema importância. Não deixe de fazer o seu, pois isso pode até te ajudar com o processo de obtenção do visto e a imigração.

– Posso obter um Green Card por tempo de estudo nos EUA.

Não, não pode. O que você certamente pode é ter reconhecimento acadêmico suficiente para trocar o seu visto F por um do tipo H (de trabalho), ao encontrar uma empresa que queira te contratar e bancar esse longo processo que é absorver um estrangeiro. Então, com um tempo específico de trabalho legal no país, você poderá pensar em pleitear um Green Card.

– E carteira de motorista, posso ter?

Sim, sim. E é bem fácil, até, caso você tem a CNH brasileira. Se não for o caso, há algumas empresas que oferecem aulas de direção para estrangeiros, mas esse serviço é caro e um tanto quanto raro.

– Meu visto de estudante permite que eu arrume um emprego de meio-período?

Nem meio, nem inteiro. Para trabalhar nos EUA com um visto do tipo F é preciso de uma autorização da imigração. Trata-se de um processo longo, demorado e bastante complicado, mas que em alguns casos permite a um estudante que esteja passando por dificuldades financeiras (encontradas APÓS a emissão do visto e o início dos estudos no país) trabalhar meio período durante as aulas e período integral durante as férias de verão. Converse com o international advisor de sua instituição de ensino e peça as orientações. Agora, trabalhos informais não são recomendados em nenhum caso, afinal isso pode fazer você perder a sua permissão de permanecer e estudar nos Estados Unidos.

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E então, o que achou? Comente aqui suas dúvidas, a Arleth Gomes vai ter prazer em te ajudar. Ela trabalha com estudantes de inglês há dez anos e tem uma agência focada em ajudar brasileiros a realizar o sonho de estudar fora. Vai que é sucesso!

#Eagle #EUA

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